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domingo, 30 de novembro de 2014

TUCUNARÉ NO PESQUEIRO

Já tinha esquecido como é bom pescar esse peixe.
Pela primeira vez tive sucesso pescando tucunarés no pesqueiro. O segredo é passar e isca bem rente à margem, varias vezs de preferência, provocando o bicho. Pesqueiro vazio também ajuda!
Foram vários, todos na mosca (pequenos woolly buggers escuros).
Tucunaré no Tanaka

peacock bass

tucunaré no fly e em pesqueiro

peacock bass

peacock bass


quarta-feira, 9 de abril de 2014

PESCARIA: ECOPARQUE PESCA NA MONTANHA

pesca na montanha
Finalmente, voltamos ao Ecoparque Pesca na Montanha.
Para quem não conhece, o Ecoparque fica entre São Bento do Sapucaí e Campos do Jordão e é o único “pesqueiro” onde é possível (pelo que eu saiba) o pesque e solte de trutas, desde que usando equipamento de fly.
Mais uma vez, tivemos sorte e pegamos muitas trutas e de bom tamanho.
É cobrada a taxa de R$ 5,00 de entrada, mais R$ 30,00 pela pesca esportiva. Se o pescador quiser levar trutas pescadas, custa R$ 28,00 o quilo. Nos feriados e finais de semana, há a opção de Buffet no almoço, a R$ 26,00 por pessoa. São preços visivelmente menores em relação à outra vez em que estivemos lá.
Como fomos no meio da semana (não havia quase ninguém), só serviam pratos à la carte, meio caros e, para falar a verdade, não achei grande coisa.
A novidade ruim é que colocaram uns pedalinhos horríveis, enormes e em forma de cisne, no lago principal, quebrando a harmonia da bela paisagem do parque. Felizmente, como não havia quase ninguém lá, essas monstruosidades não atrapalharam a pescaria. 
No final, o passeio valeu a pena. Para quem é apaixonado por fly, a pesca de trutas em um lugar desses (lago grande e tranqüilo, nem parece pesqueiro), é algo muito especial.
 pesca na montanha

 
pesca na montanha
pesca na montanha
pesca na montanha
woolly bugger
montana nymph
pesca na montanha

Equipamentos utilizados: Varas #4 e #5, com carretilhas compatíveis e linhas floating. Líderes de pelo menos 9’ e tippet entre 0,16 e 0,20 mm, dependendo do tamanho da isca.

Iscas: pequenos wolly buggers, ninfas e moscas secas no final da tarde.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

PESQUEIRO KAFUNGA - 20/12/2013

Parecia um dia perfeito no pesqueiro: pouca gente, quase não tinha ração no lago e as matrinxãs atacando minhas terrestrials como loucas. Não tirei as imitações de ração de dentro da caixa.
Aí veio a chuva e estragou tudo...

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

PESQUEIRO KAFUNGA - 26/10/13



Mais um pesqueiro para matar a vontade. Esse fica perto de Santo Antônio do Jardim.
Lugar bem agradável, muita árvore, muito peixe, ambiente familiar.
A represa é grande e parte dela é cercada por mata nativa. O ruim é que, com tanta arvore, fica difícil arremessar com o fly... tem que gastar o roll cast. Mas vale a pena porque tem muuuito peixe!
Pena não ser mais perto Poços...


sábado, 5 de outubro de 2013

ABUSANDO DA TFO FINESSE 2WT


Comprei a Finesse #2 pensando nos lambaris, mas a estreia foi com as tilápias!! 
A varinha sofreu um pouco, mas deu conta do recado.

domingo, 23 de junho de 2013

PESQUEIRO EM POÇOS DE CALDAS





Foi uma manhã agradável no pesqueiro. Ninguém além de mim pescando, coisa rara. Normalmente, num domingo, por volta do meio dia, já tem umas 42 varas armadas ao redor do lago e umas 42 bóias flutuando. Enfim, acho que o inverno tem suas vantagens.
Apesar do frio, foram muitas ações, todas na lã ball, no fundo.
Pude testar a Scott A4, #6, com a linha Rio Gold. É ótimo quando uma vara de fly casa perfeitamente com uma linha. Foi esse o caso. Conjuntinho equilibrado, perfeito para pesca leve em pesqueiro.

vara Scott A4 6wt + linha Rio Gold + carretilha orvis access 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

UFA, PESQUEI!



Foi só durante a manhã e no pesqueiro, mas valeu. Pude estrear a Redington Predator e minhas lã balls. Algumas observações:

- Redington Predator #8: varinha parruda. Não é muito leve, mas ela não chega a cansar desde que não se exagere na quantidade de false casts. A sensação de arremessar com uma vara #8 é bem diferente de pescar com uma vara #6. Tirei dois redondos com ela, na faixa de 5kg, sem problemas.
- Lã ball:  funcionou, mas com uma ressalva – ela demora um pouco para começar a afundar. Depois de encharca, ela afunda e aí pega mesmo, até catfish.
- TFO BVK: também dei uns arremessos com minha BVK #6. Tava meio desanimado com ela, não conseguíamos nos entender. Mas ela ganhou vida com a linha Rio Grand (melhor linha de uso geral de água doce que já testei). Já tinha combinado as duas antes, mas fui teimoso e fiquei insistindo com outras linhas. Não tem jeito,  BVK + Rio Grand = casamento perfeito!
- Sage Aproach: encontrei um amigo no pesqueiro e pude dar uns arremessos com sua novíssima Sage Aproach #8. Mesmo sendo a vara mais barata da Sage, fiquei impressionado com a sua qualidade. É muito leve na mão (parece uma 6#), tem ação média-rápida (mais para rápida) e arremessa fácil. Como diz o outro, Sage é Sage... fico imaginando como deve ser arremessar com uma top!  


domingo, 24 de março de 2013

ALGUMAS DICAS PARA A PRÁTICA DO FLY FISHING EM PESQUEIROS




Poluição, hidrelétricas, pescadores profissionais, pescadores esportivos babacas que matam tudo, etc. Está ficando cada vez mais difícil pescar em ambiente natural. Os bons pontos de pesca são escassos e normalmente distantes, não dá para ir toda hora.
Nesse cenário, os pesqueiros são a realidade para grande parte dos pescadores esportivos brasileiros (inclusive a minha).
Mas e o fly? Ao contrário do que muita gente pensa, o uso do fly fishing em pesqueiros não é maluquice, podendo ser bem divertido e produtivo, desde que o local seja adequado. 

Equipamentos:
Dependendo da espécie visada, é possível usar equipamentos de várias numerações, desde #3 para tilápias até #8 ou mesmo #9 para tambaquis, dourados e pintados, com carretilhas compatíveis. Linha WF, floating é a mais indicada. Como o espaço é limitado, não precisa de muito backing para segurar o peixão. O líder vai depender do que se quer pescar, mas costumo usar do mesmo tamanho da vara ou maior, tippet de 0,25 a 0,35 mm, preferencialmente de fluorcarbono.

Iscas:
As mais produtivas, sem dúvidas, são as imitações de ração (hairball, EVA e cortiça). Para mim as segundas mais produtivas são as wooly buggers, seguidas das ninfas, tanto as pequenas para tilápias, quanto as maiores, para pacus e matrinxãs.  Terrestrials também dão muito resultado. Streamers funcionam, mas com menos freqüência, depende muito do dia, assim como poppers e moscas secas. 

Táticas:
Normalmente, quando chego a um pesqueiro, tento a sorte primeiro com ninfas ou streamers, explorando as margens perto de estruturas ou do capim mesmo, procurando pelos peixes. Se a coisa não estiver boa, vou para a imitação de ração, arremessando sempre perto dos rebojos. Em último caso, apelo para a ceva com ração, arremessando a hairball, EVA ou cortiça em cima do rebuliço.

Local: não é todo pesqueiro que se presta ao fly. O local tem que ser amplo, limpo e não muito cheio. Infelizmente, ainda não achei um assim aqui por perto.

Cuidados:
Basicamente, o principal cuidado necessário com o fly no pesqueiro é sempre olhar para trás, para não fisgar cercas, árvores, e, principalmente, pessoas que passem inadvertidamente no caminho da sua linha. Às vezes, o roll cast ajuda muito.