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segunda-feira, 4 de abril de 2016

PESCARIA: LAGO DE FURNAS - 02/04/2016

fly
foto: Marcelo Longo
Lago de Furnas, região de Alfenas/MG, primeira vez que pesquei lá.
Tivemos várias ações, mas apenas um bom exemplar no dia, isso depois de rodar muito. E parece que é o normal por lá agora, mas já foi melhor.
Não é difícil imaginar o porquê. Nunca tinha visto tanta rede e tarrafa em um só lugar. Os pescadores “esportivos” também tem sua parcela de culpa.
Mesmo assim foi divertido.
Tive a chance de pichar o dia todo com a SageBluegill, e que vara (ui)! Mesmo sendo curta (7’10”), faz arremessos suficientemente longos, loop fechado e com muita precisão. Perfeita para pescar embarcado, com streamers e poppers! Já estou pensando em uma Smallmouth ou Sargemouth Bass... 
fly
fly
foto: Marcelo Longo
fly
foto: Marcelo Longo
fly

domingo, 30 de novembro de 2014

TUCUNARÉ NO PESQUEIRO

Já tinha esquecido como é bom pescar esse peixe.
Pela primeira vez tive sucesso pescando tucunarés no pesqueiro. O segredo é passar e isca bem rente à margem, varias vezs de preferência, provocando o bicho. Pesqueiro vazio também ajuda!
Foram vários, todos na mosca (pequenos woolly buggers escuros).
Tucunaré no Tanaka

peacock bass

tucunaré no fly e em pesqueiro

peacock bass

peacock bass


sábado, 5 de maio de 2012

REPRESA GRAMINHA, 05/05/2012


Hoje, a convite de um amigo, o Dr. Alexandre Pimenta, fly fisherman de longa data, estive pescando na represa Graminha, em Caconde/SP, meu primeiro contato com o tucunaré no fly. Já havia pescado nessa represa, de barranco, em um “braço” mais próximo a Poços, e há muito queria fazer uma pescaria embarcada por lá.
A represa estava quase cheia e o tempo estava bom, só um pouco de vento e a temperatura amena.
Dr. Alexandre, utilizando uma vara #5 e linha itermediate, teve várias ações logo de cara, enquanto eu, pescando com linha floating, ficava só na vontade. Os peixes estavam mais no fundo, onde a minha linha e isca não conseguiam chegar.
Foi só quando ele me emprestou uma carretilha carregada com linha intermediate que entrei no jogo. 
popper
Tucunaré no poper - o único na linha floating!

Tivemos muitas ações e capturas durante a manhã, todos peixes pequenos mas muito vorazes. Fiquei impressionado com a quantidade.
Diversão garantida no equipamento #5 e #6!
O pesqueiro
Tucunas pequenos, mas briguentos!
 Sobre a linha, é realmente interessante para esse tipo de situação, de peixe mais no fundo, mas não é muito fácil de arremessar, principalmente para fazer o pick up, bem diferente de uma linha flutuante.
E pescar com fly embarcado não foi tão complicado quanto eu imaginava, mas acho que não dá para ter mais de duas pessoas dentro do barco.
Só senti falta da minha esposa/companheira de pesca/fotógrafa particular, Márcinha, que não pôde ir. Quem sabe na próxima! 

Depois do almoço, como o tempo ameaçou virar, resolvemos encerrar a pescaria.
Voltei para casa satisfeito com o resultado e com uma certeza: preciso ter uma linha intermediate na minha tralha de fly!


domingo, 8 de janeiro de 2012

PESCARIA EM PAULICÉIA/SP - 02 E 03/01/2012


Aproveitando o recesso do final de ano eu e a Márcia resolvemos dar um pulo em Paulicéia, matar a saudade da pesca de tucunarés com artificiais. Levamos também meu cunhado, Ricardo, que nunca havia pescado por aquelas bandas.
Da última vez, tivemos uma ótima pescaria em Paulicéia com o Cláudio, o melhor guia com quem já pescamos. Assim, marcamos a pescaria com ele, e aí a coisa já começou a dar errada...
Aparentemente, o Cláudio está saindo do ramo da pesca, vive enrolado com o novo negócio da família e colocou em seu lugar o Valdecir, outro guia da região.
Bom, começamos a pescar na segunda, nos mesmos locais onde estivemos com o Cláudio da última vez, já com ações logo no início. Esses pontos estão cheios de plantas aquáticas, que dificultam a vida do piloteiro, tanto que o Valdecir se afastava cada vez mais deles, procurando lugares mais “limpos”.
O problema é que os peixes estavam justamente nesses locais tomados pelas plantas aquáticas, pelos menos é a impressão que tivemos... e era justamente onde nosso guia não queria estar...
Mas não era só isso, tem outro detalhe do qual não havia me dado conta. Essa época é o período de reprodução dos tucunas. 
Assim, seu comportamento não é tanto predatório, mas territorial, afastando qualquer intruso que chegue perto de seu ninho.
Era dessa forma que eles atacavam nossas iscas, sempre que elas se aproximavam dos casais ou dos filhotes, que são cuidados pelos pais.
Aliás, uma técnica usada nessa época do ano é arremessar a isca no meio do cardume de alevinos, facilmente identificados nadando próximos à superfície, que os pais a atacam furiosamente.
Algumas pessoas dizem que, se pescados dessa forma, os pais não voltam ao ninho ou aos filhotes que ficam a mercê de predadores. Já nosso piloteiro garantiu que os peixes, se devolvidos à água, voltam rapidamente a sua prole.
O certo mesmo é que se proibisse a pesca do tucunaré durante o defeso, assim como outras espécies.
De qualquer forma, já estávamos lá, então pescamos, soltando todos os peixes capturados, sem muita demora.
Outra coisa ruim nessa época é o sol, não há filtro solar que proteja!! Voltei todo malhado (estava de camiseta de manga curta, outro erro). No segundo dia de pesca não havia uma nuvem no céu, quase passei mal.
Enfim, dificilmente volto a fazer uma pescaria dessas durante o verão.
Saldo final: cerca de 15 tucunarés capturados com iscas artificiais, além de traíras, piranhas e uma saicanga, todos devolvidos ao rio.
Equipamentos utilizados:
Carretilhas – MS Contender JH, Shimano Curado 200E, Shimano Citica 100, Abu Garcia Revo Inshore.
Varas – MS Evolution (17lbs), MS Grennbass (17lbs), Fenwick HMX (17 lbs), Sumax The Flash (14 lbs).