segunda-feira, 29 de junho de 2015

TABARANÓDROMO

Tive a oportunidade de conhecer esse lugar espetacular, graças a meu amigo Marcelo. Pesca de tabaranas, no vadeio, no fly. 
Tivemos algumas ações, o Marcelo conseguiu tirar uma bonita. 
O meu troféu escapou, por pouco. Realizei meu sonho de pegar uma tabarana no fly só pela metade... Considerando o frio, não foi ruim. E volto lá com certeza.

terça-feira, 9 de junho de 2015

VARA SAGE BASS II

Sempre tive muita curiosidade sobre as varas de fly da linha Sage Bass. São varas diferenciadas, curtas, não seguem a numeração tradicional da AFTMA e já vem com uma linha de peso específico para cada modelo (230 a 390gr). Para quem quiser saber mais das especificações: sage bass II
Recentemente tive a oportunidade de adquirir uma, modelo bluegill (linha de 230gr) e nesse final de semana já a levei para dar um “role” no pesqueiro, dar uns pinchos e ver do que ela é capaz. Eis o que eu achei:
O tamanho mais curto deixa a vara muito leve no arremesso, dá para pinchar o dia todo com conforto; também por isso vai ser mais fácil de transportar no barco ou caiaque; é muito parruda, transmite segurança na hora de puxar o peixe; a linha pesada e com a cabeça curta arremessa iscas grandes com facilidade; é bem precisa apesar da linha pesadona.
Por outro lado, por ser curta, senti dificuldade nos arremessos mais longos; também não dá para puxar muita linha da água; roll cast com ela, então, é sofrível.
Enfim, não é uma vara que eu compraria para uso geral. Mas para pesca de tucunaré embarcada, principalmente no caiaque, ou mesmo para vadeio (ou vadeo?) em rios pequenos, vai servir muito bem.
Que venha logo o calor!

domingo, 31 de maio de 2015

RISE X RISE

Gosto muito da carretilha Rise da Redington. Tinha do modelo antigo, agora recebi uma do modelo novo.
Quando vi que a Redington tinha mudado a Rise, achei que a alteração era só cosmética.
Agora, com as duas lado a lado (ambas para linhas #5/6), da para ver que a nova (verde mantis) cresceu em diâmetro e largura em relação à antiga (prata com linha laranja). O carretel da nova também ficou mais raso.
Ou seja, ela ficou mais “large arbor” agora. Muito bom.


sábado, 9 de maio de 2015

ERA UMA, VEZ UM RIO

Certa vez, quando eu devia ter uns 15 anos, um amigo do meu pai nos levou para pescar no Rio dos Patos, um riacho próximo de Promissão/SP, afluente do Tiete.
Era uma pescaria de lambaris, mas com um detalhe, aqueles eram os maiores lambaris que já havia visto (ou voltaria a ver), medindo quase um palmo da cabeça ao rabo. Valentes, vergavam para valer nossas varinhas de bambu.
Havia muitos, a cada curva de rio, a cada corredeira, era só jogar a isca e pegar. Matamos tudo que pegamos, claro (que mal há em levar uns lambaris para casa?). Todos os pescadores que iam lá faziam a mesma coisa.
Fiquei maravilhado com aquele riozinho e seus lambaris gigantes, tanto que voltei lá algumas vezes nos anos seguintes. Mas... cada vez que voltava, os peixes diminuíam, em tamanho e quantidade, até que aquele rio se tornasse apenas mais um, dilapidado, cansado.
Não sei por que lembrei dessa história agora. Mas ela se repete e se perpetua. 
Está acontecendo agora, em algum rio por aí. Uma tristeza.

domingo, 12 de abril de 2015

REMADA NO DOMINGO

Primeira vez pescando com o caiaque. Não foi fácil.
Pescar? ok. Remar? ok. Fazer as duas coisas juntas? Não é tão simples... Ainda mais com aquela linha de fly enrolando no remo, em mim. Mas depois de um tempo a gente vai pegando o jeito.
Mesmo com poucas ações (o alvo foi a tilápia na superfície), valeu muito pelo passeio. Dessa vez cobri uma área bem maior da represa do cipó, vi partes dela que ainda não conhecia. Dá para perder a noção do tempo ali...