sábado, 30 de janeiro de 2016

AVENTURA SOLO COM O CAIAQUE - TILÁPIAS NO FLY - 30-01-16

Pescar com fly é difícil. 
Pescar com caiaque é difícil.
Pescar de caiaque, com fly, é um desafio.
Qualquer ventinho te tira do ponto, te joga na margem. E tem aquela linha (de fly) em todo lugar, enroscando em tudo.
Pensando seriamente em arrumar uma poita.
Valeu pelo aprendizado.


 

domingo, 24 de janeiro de 2016

TILÁPIAS SELVAGENS NO FLY - 23-01-2016

Tentativa de tilápias no fly.
Dia fraco, pouquíssimas ações. O nível da represa subiu muito rápido e o peixe sumiu (essa é a desculpa oficial, kkkk).
Pelo menos a cerveja estava bem gelada!


domingo, 17 de janeiro de 2016

ATADO: STREAMERS SINTÉTICOS - EXPERIÊNCIAS COM CRAFT FUR, EP FIBER E UMA TESOURA DENTADA


EP FIBER: A diferença mínima na quantidade de material usado ficou bem perceptível. A tesoura dentada ajudou a dar o formato na isca sem aquele corte reto demais.

CRAFT FUR: receita nova que dá um bom volume na mosca usando pouco material. A tesoura foi útil pra reduzir o comprimento das fibras, também evitando o corte reto.

sábado, 9 de janeiro de 2016

LIVRO: A PESCA COM MOSCA NO CERRADO - VOLUME 1 - PIRAPITINGA - VADEO


O pessoal da Go Fly acabou de lançar o livro “A Pesca Com Mosca no Cerrado – Volume 1 – Pirapitinga – Vadeo”. Comprei e gostei bastante.
Além de fotos lindas, o livro traz muito conteúdo, incluindo informações sobre o cerrado, entomologia, equipamentos, receitas de moscas e técnicas de pesca no vadeo. O foco é a pirapitinga (peixe que sonho pescar), mas as informações trazidas podem ser aproveitadas para a pesca de outros peixes no vadeo, como lambaris, saicangas, trutas, etc.
Vale muito a pena!


Onde comprar: Marcelozur Sports

sábado, 19 de dezembro de 2015

TOP 5 - MELHORES ISCAS (DE FLY) PARA PESQUEIRO

Estamos no verão, pesca fechada por causa da piracema, muitas chuvas (ainda bem), rios cheios e barrentos. Nessa época, a maioria de nós pescadores não tem outra opção além de apelar para os pesqueiros. Segue então minha listinha das cinco melhores iscas (moscas) para os pesqueiros:
1 - Imitações de ração. Na relação diversão X eficiência, são certamente as mais eficientes e menos divertidas. Só recorro a elas quando nada mais funciona, normalmente quando há muita pressão de pesca. Acho as de EVA as mais "pegadeiras", mas as de deer hair duram mais, principalmente com as matrinxãs. Tem também a lã ball, que afunda e dá muito resultado em algumas ocasiões, quando o peixe está ativo mas não quer subir para comer na flor d’água.   
2 - Woolly buggers. As mais equilibradas na relação diversão X eficiência. Pegam praticamente de tudo, pacu, matrinxã, tucunaré, catfish, dourado. Costumo atá-las em anzóis de haste longa, de #6 a #10, com bead head e cauda do mesmo tamanho da haste.
nymph
3 - Ninfas. Também muito produtivas, pegam o ano todo. Maiores (anzóis # 8 a 10) para matrinxãs, pacus – menores (anzóis # 12 a 14) para as tilápias. Gosto da prince, montana e derivadas. Para as matrinxãs, é interessante colocar umas perninhas de borracha.
4 - Terrestrials. Também conhecida como grilo de EVA. Acho a isca mais divertida de todas, mas a produtividade depende de uma série de fatores. Normalmente funcionam bem em dias quentes, com pesqueiro bem vazio, sem barulho e sem muita ração na água. O principal alvo no pesqueiro é a matrinxã e cada ataque na superfície é uma alegria. Às vezes, fico feliz só com as ações, mesmo sem pegar nenhum peixe. Já passei algumas receitas (aqui e aqui)
5 - Streamers. Para mim, das cinco iscas, são as que menos funcionam em pesqueiro (ou eu é que insisto pouco com elas). Legais para matrinxãs, traíras, tucunarés, dourados, e, eventualmente, pacus. Para os tucunas, use streamers pequenos, arremessando rente à margem, passando várias vezes no mesmo ponto. Tem que insistir (já falei disso aqui)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

COMEÇANDO COM O FLY FISHING - O QUE COMPRAR?


Para mim, uma das maiores dificuldades em iniciar com o fly fishing foi decidir que material comprar. Passei anos ensaiando, pesquisando e mesmo assim fiz algumas besteiras que dificultaram um pouco as coisas. Eis então algumas dicas para quem está interessado em iniciar nessa modalidade, que é sim um pouco complicada, mas por isso mesmo tão interessante e desafiadora. Lembrando que as informações que colocarei abaixo são apenas a humilde opinião deste pescador, que ainda tem muuuito o que melhorar, mas que já aprendeu algumas coisas, principalmente quebrando a cara.

Qual vara comprar?

1 – VARA: para mim, a parte mais importante do conjunto. Vale muito a pena investir em um bom caniço. Mas se você está iniciando nisso, provavelmente não vai querer investir uma fortuna.

O ideal, na minha opinião, é começar com um equipamento de entrada de marcas com tradição no fly, como Orvis, Redington, TFO, Mystic, Echo, St. Croix e Greys, que tem modelos bem interessantes e preço acessível, inclusive com garantia.

Além da qualidade, as vantagens de uma vara desse nível são a facilidade de vender caso você resolva fazer um upgrade e a garantia do fabricante. Recentemente, a Fly Shop Brasil também começou a trabalhar com uma linha própria de varas, com um preço bem legal e boa garantia, mas, como ainda não arremessei com elas nem vi muitos feedbacks de pessoas que usaram, não posso dizer muito sobre a qualidade. Outra opção interessante (e bem mais em conta) é comprar um equipamento de segunda mão, em fóruns confiáveis como o Fly Fishing Brasil e o Mosqueiros do Rio.

Quanto a numeração, acredito que a maioria das pessoas começa com um conjunto #6, que é bem versátil, mas isso também vai depender do tipo de peixes e pescarias que se pretende fazer. Se você vai usar mais em pesqueiros, com muitos peixes grandes, talvez um equipamento #8 seja mais adequado. Se forem trutas, tilápias, lambaris, um conjunto #3 ou #4 vai ser legal, e por aí vai.
Outros posts sobre varas aqui e aqui.

Qual a linha mais adequada?

2 – LINHA: uma vez escolhida a vara, é hora de encontrar a linha que seja mais adequada a ela, na mesma numeração, peso para a frente e flutuante (WFF). Sim, por que cada ação de vara vai pedir um tipo específico de perfil de linha para ter o melhor desempenho (para mim, é o item mais importante do conjunto, depois da vara).

Quando comecei, por afobação e ignorância, comprei uma linha que, além de muito ruim, não tinha nada a vem com minha vara e isso me atrapalhou demais. Por isso, pesquise bem antes de comprar sua linha, pergunte para o máximo de pessoas que puder, assim não cometerá o mesmo erro. Minhas marcar preferidas de linha hoje são Rio e Royal Wulff.
Já falei sobre linhas neste post neste.

Qual carretilha mais indicada?

3 – CARRETILHA: a meu ver é, em regra, o item menos importante dos 3, por isso acho que vale a pena investir mais na linha e na vara. Há quem discorde a acredite que a carretilha é tão importante quanto.

De qualquer forma, se você está iniciando agora, a carretilha de fly servirá basicamente para armazenar a linha. Particularmente, gosto muito das carretilhas de entrada da Waterworks Lamson e de alguns modelos da Redington.
Leia mais sobre carretilhas neste link.



É bom saber:

Conjuntos: existem conjuntos de fly muito ruins no mercado, como o famoso conjuntinho da Martin (quase comprei no começo). Há também bons conjuntos das marcas que mencionei acima. Faço aqui uma menção honrosa ao conjunto Okuma Cascade – já arremessei com eles e não achei ruins, principalmente considerando o que custam. Se você não tem condição de investir em um equipamento melhor, compre o Cascade e seja feliz.

Líder: achei melhor não entrar nesse assunto, que até mereceria um post próprio. Recomendo uma olhada neste artigo da Fly Shop Brasil que aborda bem o tema. Mas não esquente muito a cabeça com isso – na dúvida, encontre uma receita básica, emende uns pedaços de linha e vá pescar!

Onde Comprar (lojas que conheço e/ou compro regularmente):






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