segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CORREDEIRAS DO RIO PARDO

Sábado, na volta de Areado, vimos uma cachoeira muito bacana entre Botelhos e Poços, aquilo ficou na minha cabeça (por motivos óbvios). Pesquisando na internet, descobri que se tratava do Rio Pardo, o mesmo que ainda é muito piscoso no interior de SP e que ajuda a formar a represa graminha, mais ou menos na divisa entre Minas e São Paulo.
Ontem resolvemos explorar o lugar, muito bonito por sinal. O rio forma uma série de quedas d’água e corredeiras que se estendem por uns 200 ou 300 metros, mantendo ainda bastante mata ciliar.
 Começamos pinchando artificiais na espuma das corredeiras logo depois da primeira queda, atrás de tabaranas e saicangas, sem nenhum ataque.
 Como o acesso era ruim, não descemos o rio em busca de outras corredeiras. Em vez disso, subimos e exploramos a parte superior, antes da primeira queda, mas não tivemos nenhuma ação, nada.
 Até aí tudo bem, a época não é das melhores, o tempo estava ruim, o rio baixo, etc.,  normal não pegar nada. O problema é que não havia nenhum sinal de peixe, nenhum lambari, nenhum guaruzinho preso nas grandes poças formadas entre as pedras.
Também não vi aves aquáticas, como garças e martins-pescadores, tampouco havia sinais de pescadores nos barrancos, o que costuma ser sinal de que há peixes.
A água parecia ser limpa, pouco turva, sem cheiro forte que sugerisse poluição...
Enfim, o lugar é bem bacana, vale a pena visitar só pela paisagem, mas fiquei com a pulga atrás da orelha: onde será que estavam os peixes?

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