sábado, 7 de outubro de 2017

PESCARIA - DOURADOS NO FLY - RIO MANSO



Enfim, depois de uns seis anos, pude fazer uma viagem de pesca. O lugar escolhido foi o rio Manso, no Mato Grosso, que tem se tornado bem conhecido no meio da pesca esportiva por seus belos dourados.
Foram quatro dias de pesca na Pousada Rio Manso, e, infelizmente para nós, os peixes não estavam muito ativos e não tivemos tantas ações quanto esperávamos. Os outros pescadores que estavam na pousada tiveram a mesma dificuldade (para não dizer que o problema era com a gente, kkk).
Ainda assim, nos três primeiros dias capturamos alguns peixes de pequeno porte e perdemos outros tantos. Eu mesmo perdi alguns peixes muitos bons, por pura incompetência e inabilidade em fisgar o peixe. A água do rio estava tão limpa que víamos os dourados atacando ou perseguindo nossas moscas.
No quarto e último dia, o Marcelo teve a felicidade de capturar uma fêmea gigantesca, com uns 12 kg, e, no final da tarde, aos “48 minutos do segundo tempo”, peguei meu grande exemplar, com cerca de 06 kg. Posso dizer com certeza que foi a maior briga que tive com um peixe, principalmente pelo cansaço em que me encontrava, depois de 4 dias arremessando com uma vara #8 sem parar. E devolver aquele douradão para o rio foi uma sensação indescritível.

EQUIPAMENTOS

Na maior parte do tempo pesquei com uma vara TFO BVK #8, com linhas sink tip e intermediate, e gostei bastante. A BVK #8 arremessa muito e foi valente na briga com o douradão.
Quanto às iscas, fiz a besteira de apostar nos famosos andinos. Essa mosca difícil demais de arremessar, em razão do peso (e nem usei olhos de chumbo tão pesados) e, sinceramente, não achei que tenham feito diferença em relação a outros tipos de streamers mais arremessáveis. As cores que pareciam atrair mais os dourados foram o amarelo, verde limão e laranja, com muito brilho.

PRESERVAÇÃO

No Mato Grosso o dourado é protegido por lei, sendo proibido o seu abate.
Além disso, o Julivan, proprietário da Pousada Rio Manso, tem feito um ótimo trabalho de conscientização e proteção da espécie. A gente vê o reflexo disso nos próprios guias da pousada, que parecem ter se dado conta que o peixe vivo vale muito mais do que morto.


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BVK trabalhando
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O que sobrou da isca

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